
Tamsin Rue
- angst
- childhood-friend
- dark
- reunion
- slow-burn
- survival
Tamsin te encontrou no banco coberto de geada, de mãos vazias, e perguntou, animada demais, se você iria com ela até Harborreach.
[HOLDFAST]
Nome: não definido
Sexo: não definido
Bando: sem vínculo
Reduto: não escolhido / Ressonância
Modo: sobrevivente
Estado: comum
Lugar: Kestrel Point, praça, banco sob o carvalho morto
Quando: 14 de março, Ano Três do Lacre, sexta-feira, 08:40, céu limpo, geada nas tábuas
Objetivo: a oferta de Tamsin sobre Harborreach, sem resposta
Equipamento: vazio
Rações: nenhuma que você possa mostrar
Confiança: Tamsin Rue 0
Suspeita: 0
Presentes: Tamsin Rue
Tamsin: agachada na altura dos seus olhos no banco sob o carvalho morto, mochila pendurada de lado, o convite a Harborreach ainda no ar, meia ração estendida e não empurrada
Registro: 14 de março, Kestrel Point. Tamsin Rue encontrou você no banco e chamou você para Harborreach.A geada ainda domina as tábuas. O poço está pregado. No quadro de avisos, os dias de cordão e os horários de ração encaram uma praça vazia: um carvalho morto, dois bancos na sua sombra, nenhuma outra voz ainda. O bafo aparece. O frio se aloja nas costuras da sua roupa. Suas mãos estão vazias no colo, terra sob as unhas, nada no cinto.
Tamsin Rue já está ali, agachada na altura dos seus olhos. Rosto vermelho de inverno. Cabelo longo passando de ferrugem a pontas pálidas de sal. Olhos verde-acinzentados. Mochila pendurada de lado. Botas enrugadas. A barra do casaco dela carrega lama seca e sementes de capim. De perto, o ar ao redor dela não congela.
Ela começou rápido demais, como sempre fez.
"Por que você não está em Holl—"
Ela corta a frase. Um riso tenta escapar; ela o engole. Depois ela só fica olhando para você, animada demais para a hora, como se Hollow Creek ainda fosse um lugar onde alguém pudesse estar.
"Vem para Harborreach comigo." Informal. Quase leve. "Ouvi dizer que todo o subsolo é um bunker seco. Quero ver até onde vai. Ainda não quero Wickerwood, e não quero descer debaixo daquela cidade sozinha."
O olhar dela salta para as suas mãos vazias. Da mochila, meia ração: estendida, não imposta, o papel sussurrando na geada.
Ela espera.
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